quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Uma republicana forte e determinada


Sandra Faraj Cavalcante

Administradora Regional do Lago Norte (PRB-DF)

Publicado por Redação PRB em 19/08/2013 às 8h00

Uma republicana forte, determinada e que desde criança possuía um espírito de justiça social. Nascida em Brasília, casada e formada em Administração com Especialização em Comércio Exterior e Finanças pelo Instituto IBMEC, ela é reconhecida por sua atuação intensa nas áreas de gestão administrativa e em projetos sociais. Antes de assumir a Administração Regional do Lago Norte, a nossa entrevistada também foi subsecretária de Articulação Política da Secretaria de Estado do Entorno. Além disso, ela esteve à frente da Subsecretaria de Apoio à Realização de Eventos do Governo do Distrito Federal. Nesta edição, conheceremos mais sobre a vida agitada de Sandra Faraj, uma mulher de potência.

Entrevista

1. Como surgiu o seu interesse pela política?

S.F. – Desde muito nova eu tenho o espírito de justiça social. Eu sempre olhei aquelas pessoas com menos oportunidade e almejava ajudar, eu me sentia na obrigação de abrir oportunidades para elas. Quando mais jovem, por diversas vezes assisti um cenário de injustiça: Dos fortes terem sempre mais oportunidades do que os fracos. Então, isso é uma coisa que está dentro de mim desde criança.

2. E como você foi apresentada ao PRB?

S.F. – Eu vim por meio do convite do deputado distrital Evandro Garla. O PRB é um partido que me dá muita tranquilidade, ele tem os ideais que eu também tenho: Os valores de família e os valores cristãos. Eu me identifiquei também com a ideologia do partido porque é paralelo com o que eu tenho.

4. Por isso você optou ingressar no PRB?

S.F. – Sim, como os ideais e valores do PRB batiam com os meus valores, podíamos conversar das mesmas coisas, sem contar que eu me senti bem-vinda, me senti em família, me senti em casa dentro do partido. Os dirigentes são pessoas como eu, apesar de já termos tido certo relacionamento, então, foi fácil. Mas o principal é que o PRB é um partido que está sendo formado e que está crescendo, ele ainda não cresceu totalmente, ou seja, tem muito para crescer! Então, nós fazemos parte da construção! Eu gosto de construir! Eu não gosto de apenas chegar e sentar em uma cadeira, naquela cadeira... Gosto de fazer parte da construção. Enfim, vejo no PRB um partido de oportunidades.

5. Você topou gerenciar a Administração Regional do Lago Norte, como está sendo o desafio?

S.F. – Está sendo de grande valia, estou me sentindo muito honrada. Eu sou formada em administração de empresas com especialização em finanças no comércio exterior. Na minha vida privada eu passei vinte anos administrando. Então, para eu fazer isso na vida pública com os ajustes da diferença da vida privada, para mim é muito prazeroso. Na minha área de formação, eu tenho habilidade, pois gosto muito da minha escolha, fora a oportunidade ímpar de estar junto com a comunidade, de poder atender aos anseios coletivos, que é justamente a grande missão do gestor público. O gestor público não age para ele, ele não constrói o quarto de uma casa, mas ele constrói uma cidade para as pessoas. A nossa visão é sempre o coletivo. Ser administrador é muito bom porque você consegue trazer/aproximar as necessidades das pessoas da comunidade com o poder público e viabilizar soluções práticas.

6. O PRB tem empossado mulheres para assumir cargos de liderança. Você acredita que as mulheres precisam se capacitar ainda mais?

S.F. – Acredito que sim, pois estamos em um país machista, em uma sociedade machista. Se a mulher não correr atrás para estar em um nível de capacitação de forma igualitária a do homem, ou no mesmo nível dele, ela sempre vai estar com menos oportunidades. É preciso buscar novas oportunidades, buscar estar dentro do cenário do mercado ou da política. As mulheres precisam fazer parte das mudanças, das decisões e isso não é uma visão feminista. Apesar de as mulheres terem suas fragilidades, de ter uma vida diferente da do homem, ela é tão capacitada, e até mais, do que o homem, pois ela consegue gerar filhos, ela consegue cuidar de uma casa, ela consegue ter um trabalho fora, ela consegue dar valor à sociedade. A mulher é uma potência.

7. Para finalizar, o que é ser 10 pra você?

S.F. – Ser 10 é ser PRB! Ser 10 é estar em um partido que pense no coletivo, que pense em todos os aspectos em qualidade de vida, que pense nos valores a serem expressos em uma sociedade. Então, ser 10 é fazer parte de uma sociedade, de uma entidade onde visa o bem comum. 

Por Eulla Carvalho – Comunicação Nacional do PRB

Fotos: Douglas Gomes